sábado, 24 de maio de 2008
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Também dentro de mim chovia uma água que lavava os espaços em branco daquela incerteza de te amar ou de amar outro. Eu não resisti ao olhar daquela rua, não resisti a descer a mesma rua no dia seguinte, à mesma hora, para voltar a ver como, uma e outra e mais outra imensa vez, o movimento de uma cidade pode parar de um momento para o outro à medida que caíamos lentamente numa espiral de saliva, chuva e beijos.
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